O confinamento técnico em aterro sanitário na RESINORTE, como solução de 1ª geração para o tratamento e destino final dos resíduos urbanos deste sistema, constitui o atual destino adequado para cerca de metade dos resíduos urbanos produzidos no âmbito geográfico do sistema multimunicipal.
Um aterro sanitário é uma instalação moderna e rigorosa, construída com critérios específicos de engenharia e ambientais e que está preparada para a deposição de resíduos urbanos. Neste contexto, todos os aterros sanitários que servem a RESINORTE são, desde logo, objeto de elevadas medidas de proteção dando cumprimento a todas as disposições legais nacionais e comunitárias em matéria de preservação ambiental. Realça-se em particular o sistema de impermeabilização introduzido em toda a zona basal e de taludes que configuram a área de intervenção, nomeadamente a construção de Barreira Passiva (com recurso a uma camada de solos de permeabilidade em pequeno) e, sobrejacente a esta, de uma Barreira Ativa com recurso à colocação (em igual área) de geocompósitos e geossintécticos para impedir que os líquidos libertados pelos resíduos (os lixiviados) se infiltrem e poluam o subsolo. Toda a área de deposição de resíduos possui um sistema de drenagem de águas lixiviadas e águas pluviais.
Assim, um aterro sanitário tem que respeitar as seguintes condições técnicas:
Impermeabilização das células;
Drenagem, recolha e tratamento de lixiviados;
Drenagem de águas pluviais;
Drenagem, captação e tratamento/valorização de biogás;
Plano de monitorização durante a operação e pós encerramento;
Plano de recuperação pós selagem;
A RESINORTE possui atualmente 6 aterros sanitários localizados em:
Bigorne,
Boticas,
Celorico de Basto,
Guimarães (desativado),
Santo Tirso e
Vila Real







